domingo, 23 de outubro de 2011
quinta-feira, 20 de outubro de 2011
1º Open Street Maps Party da Madeira: Santana
A Direção Regional de Informação Geográfica, em conjunto com a C.M. de Santana e os Bombeiros Voluntários de Santana, vão criar a primeira OpenStreetMap Party na Madeira. O objetivo é mapear o Concelho de Santana em dois dias: dia 5 de novembro recolha de dados em campo com GPS e dia 6 de novembro introdução dos dados no sítio http://www.openstreetmaps.org/. Assim, passamos a ter um mapa do concelho atualizado, colaborativo e disponível gratuitamente (opensource) para ser usado tanto na internet, como em ferramentas SIG ou ainda descarregar para o seu GPS pessoal.
Os participantes deverão levar consigo, caso disponham, para Santana os seguintes equipamentos:
Os participantes deverão levar consigo, caso disponham, para Santana os seguintes equipamentos:
- GPS móvel, tanto pode ser no seu telemóvel, na máquina fotográfica ou um próprio GPS de mão para o dia 5 de novembro;
- Computador portátil, de preferência com internet (apesar de a organização ter garantido internet no quartel dos Bombeiros de Santana), de modo a atualizar a cartografia do sítio de internet OpenStreetMap com os dados de campo recolhidos no dia anterior;
Senão tiver nenhum destes equipamentos, isso não impede a inscrição no evento uma vez que serão criados grupos de trabalho que permitirá pelo menos um dos membros do grupo tenha GPS e portátil. Assim, poderão partilhar experiências em trabalhar com equipamentos GPS no terreno.
A nível de alimentação e dormidas, a organização garante, gratuitamente, o jantar de 5 de novembro, o almoço de 6 de novembro e dormidas quer no quartel nas instalações dos Bombeiros Voluntários de Santana e quer na Casa do Povo de Santana, se for necessário. Se pretender, a organização poderá ainda fornecer contatos de instalações hoteleiras neste concelho, não estando, neste caso incluído na inscrição. Para o almoço de 5 de novembro os participantes terão que levar uma refeição prática, uma vez que a refeição será feita durante a recolha de dados em campo.
- Computador portátil, de preferência com internet (apesar de a organização ter garantido internet no quartel dos Bombeiros de Santana), de modo a atualizar a cartografia do sítio de internet OpenStreetMap com os dados de campo recolhidos no dia anterior;
Senão tiver nenhum destes equipamentos, isso não impede a inscrição no evento uma vez que serão criados grupos de trabalho que permitirá pelo menos um dos membros do grupo tenha GPS e portátil. Assim, poderão partilhar experiências em trabalhar com equipamentos GPS no terreno.
A nível de alimentação e dormidas, a organização garante, gratuitamente, o jantar de 5 de novembro, o almoço de 6 de novembro e dormidas quer no quartel nas instalações dos Bombeiros Voluntários de Santana e quer na Casa do Povo de Santana, se for necessário. Se pretender, a organização poderá ainda fornecer contatos de instalações hoteleiras neste concelho, não estando, neste caso incluído na inscrição. Para o almoço de 5 de novembro os participantes terão que levar uma refeição prática, uma vez que a refeição será feita durante a recolha de dados em campo.
O programa do evento é:
5 de novembro:
9h - Concentração no quartel dos Bombeiros Voluntários de Santana (coordenadas 32°48'35.50"N e 16°53'13.02"W) onde serão criados os grupos de trabalho e breve explicação dos elementos a adquirir em campo.
18h - Recolher obrigatório no quartel dos Bombeiros Voluntários de Santana para entrega dos dados recolhidos em campo.
20.30h - Jantar convívio no Centro Social da Silveira;
Para quem quiser pernoitar em Santana e não tiver local onde ficar, dormida está garantida pela organização nas instalações dos Bombeiros Voluntários de Santana.
6 de novembro:
10h - Concentração no quartel dos Bombeiros Voluntários de Santana para iniciar
os trabalhos de mapeamento do concelho de Santana no OSM;
14h - Almoço oferecido pela CM de Santana no Centro Social da Silveira;
16h - Visita ao Parque Temático da Madeira;
10h - Concentração no quartel dos Bombeiros Voluntários de Santana para iniciar
os trabalhos de mapeamento do concelho de Santana no OSM;
14h - Almoço oferecido pela CM de Santana no Centro Social da Silveira;
16h - Visita ao Parque Temático da Madeira;
Para mais informações:
Vem divertir-te e aprender mais sobre georeferênciação e manusear um GPS.
Inscrições GRATUITAS...
terça-feira, 11 de outubro de 2011
Desejo de um BOMBEIRO...
Desejava que pudesses ver
A tristeza de um homem de negócios quando o trabalho da sua vida desaparece em chamas
Ou uma família que regressa a casa e apenas encontrar a sua casa e os seus pertences danificados ou destruídos
Desejava que pudesses saber
O que é procurar num quarto a arder por crianças presas
As chamas por cima da tua cabeça, as palmas das mãos e os joelhos a queimaram enquanto tu rastejas o chão a ranger com o teu peso, enquanto a cozinha arde por baixo de ti.
Desejava que pudesses compreender
O horror de uma esposa quando às 3 da manhã verifica que o marido não tem pulso
Inicio o RCP (Reanimação Cardio-Pulmonar) na mesma, esperando uma hipótese muito remota de trazê-lo de volta, sabendo instintivamente que era tarde demais. Mas querendo que a família soubesse que tudo o que era possível foi feito
Desejava que pudesses saber
O cheiro único de uma queimadura, o gosto da saliva com sabor a fuligem, sentir o intenso calor que passa através do equipamento, o som dos estalos das chamas, a sensação de não conseguir ver absolutamente nada através do fumo denso, sensações que se tornaram muito familiares para mim.
Desejava que pudesses compreender
Como nos sentimos ao ir para o trabalho de manhã após passarmos a maior parte da noite suando com o calor de diversas chamadas de fogo.
Desejava que pudesses ler
O meu pensamento quando respondo a uma chamada para um edifício a arder, “Será falso alarme ou um enorme incêndio? Como será a construção do edifício? Que perigos esperam por mim? Estará alguém lá dentro ou saíram todos?” Ou para uma chamada de socorro, “o que se passará com o doente? Será que a pessoa que telefonou está mesmo em apuros ou estará à minha espera com uma arma? “
Desejava que pudesses estar
Na sala de reanimação quando o médico decide anunciar a morte da linda menina de cinco anos que tenho tentado salvar durante os 25 minutos anteriores, e que nunca irá ter o seu primeiro namorado, nem nunca mais irá dizer “gosto muito de ti, mãe”
Desejava que pudesses saber
A frustração que sinto na cabina do auto tanque, o motorista com o acelerador a fundo, o meu braço a tocar a sirene vezes sem conta quando não se consegue passar por um cruzamento ou no meio do trânsito. Quando vocês precisam de nós, no entanto, o primeiro comentário quando chegamos será “levaram muito tempo para cá chegar”
Desejava que pudesses ler
Os meus pensamentos enquanto ajudo a retirar os restos de uma jovem do seu veículo contorcido, “e se fosse a minha irmã, a minha namorada ou alguma amiga? Qual será a reacção dos seus pais quando abrirem a porta e verem os polícias?”
Desejava que pudesses saber
Como é entrar em casa e cumprimentar a família não tendo coragem para lhes dizer que quase não voltei da última chamada.
Desejava que pudesses sentir
Os meus sentimentos quando as pessoas verbalmente, e às vezes fisicamente, nos maltratam ou subestimam o que fazemos, ou quando têm a atitude “isto nunca me aconteceria”
Desejava que pudesses perceber
A instabilidade mental, emocional e física de refeições perdidas, sonos perdidos e a falta de actividades sociais associado a todas as tragédias que os meus olhos já viram
Desejava que pudesses saber
A irmandade que existe e a satisfação de ajudar a salvar uma vida, a preservar as coisas de alguém, a estar “lá” nos tempos de crise ou a criar ordem quando existe um caos total.
Desejava que pudesses compreender
Como nos sentimos quando temos uma criança a puxar-nos o braço e a perguntar “a minha mãe está bem?” sem sequer de conseguir olhar nos seus olhos sem deixar cair umas lágrimas e sem saber o que responder. Ou ter de segurar um amigo de longa data enquanto o seu companheiro vai na ambulância a receber respiração boca-a-boca. Sabendo de antemão que ele não trazia o cinto de segurança posto. Sensações que me ficaram muito familiares.
A tristeza de um homem de negócios quando o trabalho da sua vida desaparece em chamas
Ou uma família que regressa a casa e apenas encontrar a sua casa e os seus pertences danificados ou destruídos
Desejava que pudesses saber
O que é procurar num quarto a arder por crianças presas
As chamas por cima da tua cabeça, as palmas das mãos e os joelhos a queimaram enquanto tu rastejas o chão a ranger com o teu peso, enquanto a cozinha arde por baixo de ti.
Desejava que pudesses compreender
O horror de uma esposa quando às 3 da manhã verifica que o marido não tem pulso
Inicio o RCP (Reanimação Cardio-Pulmonar) na mesma, esperando uma hipótese muito remota de trazê-lo de volta, sabendo instintivamente que era tarde demais. Mas querendo que a família soubesse que tudo o que era possível foi feito
Desejava que pudesses saber
O cheiro único de uma queimadura, o gosto da saliva com sabor a fuligem, sentir o intenso calor que passa através do equipamento, o som dos estalos das chamas, a sensação de não conseguir ver absolutamente nada através do fumo denso, sensações que se tornaram muito familiares para mim.
Desejava que pudesses compreender
Como nos sentimos ao ir para o trabalho de manhã após passarmos a maior parte da noite suando com o calor de diversas chamadas de fogo.
Desejava que pudesses ler
O meu pensamento quando respondo a uma chamada para um edifício a arder, “Será falso alarme ou um enorme incêndio? Como será a construção do edifício? Que perigos esperam por mim? Estará alguém lá dentro ou saíram todos?” Ou para uma chamada de socorro, “o que se passará com o doente? Será que a pessoa que telefonou está mesmo em apuros ou estará à minha espera com uma arma? “
Desejava que pudesses estar
Na sala de reanimação quando o médico decide anunciar a morte da linda menina de cinco anos que tenho tentado salvar durante os 25 minutos anteriores, e que nunca irá ter o seu primeiro namorado, nem nunca mais irá dizer “gosto muito de ti, mãe”
Desejava que pudesses saber
A frustração que sinto na cabina do auto tanque, o motorista com o acelerador a fundo, o meu braço a tocar a sirene vezes sem conta quando não se consegue passar por um cruzamento ou no meio do trânsito. Quando vocês precisam de nós, no entanto, o primeiro comentário quando chegamos será “levaram muito tempo para cá chegar”
Desejava que pudesses ler
Os meus pensamentos enquanto ajudo a retirar os restos de uma jovem do seu veículo contorcido, “e se fosse a minha irmã, a minha namorada ou alguma amiga? Qual será a reacção dos seus pais quando abrirem a porta e verem os polícias?”
Desejava que pudesses saber
Como é entrar em casa e cumprimentar a família não tendo coragem para lhes dizer que quase não voltei da última chamada.
Desejava que pudesses sentir
Os meus sentimentos quando as pessoas verbalmente, e às vezes fisicamente, nos maltratam ou subestimam o que fazemos, ou quando têm a atitude “isto nunca me aconteceria”
Desejava que pudesses perceber
A instabilidade mental, emocional e física de refeições perdidas, sonos perdidos e a falta de actividades sociais associado a todas as tragédias que os meus olhos já viram
Desejava que pudesses saber
A irmandade que existe e a satisfação de ajudar a salvar uma vida, a preservar as coisas de alguém, a estar “lá” nos tempos de crise ou a criar ordem quando existe um caos total.
Desejava que pudesses compreender
Como nos sentimos quando temos uma criança a puxar-nos o braço e a perguntar “a minha mãe está bem?” sem sequer de conseguir olhar nos seus olhos sem deixar cair umas lágrimas e sem saber o que responder. Ou ter de segurar um amigo de longa data enquanto o seu companheiro vai na ambulância a receber respiração boca-a-boca. Sabendo de antemão que ele não trazia o cinto de segurança posto. Sensações que me ficaram muito familiares.
A menos que tenha vivido este tipo de vida, nunca conseguirá entender verdadeiramente ou apreciar.
Quem Eu Sou, O Que Nós Somos Ou O Que O Nosso Trabalho Significam Realmente Para Nós.
in:
Bombeiros para Sempre - 11-10-11 12:15
domingo, 25 de setembro de 2011
VISITA DE ESTUDO - ESCOLA DE CADETES
No dia 13 de Agosto de 2011, os Infantes e os Cadetes, tiveram a oportunidade de visitar as instalações dos SANAS e o Quartel dos Bombeiros Municipais de Machico.
No SANAS, ficaram a saber a sua história e a sua função no âmbito do socorro, como também tiveram oportunidade de ver as instalações, as embarcações de salvamento e os equipamentos individuais e colectivos.
No quartel dos Bombeiros Municipais de Machico, foi servido um almoço e apesar das condições metereológicas um pouco adversas, ainda tiveram oportunidade de fazer algumas actividades.
A visita guiada ao Quartel foi realizada pelo Comandante Faria e o exercício foi supervisionado pelo Sub-Chefe Lima e o Bombeiro Hugo.
RECERTIFICAÇÃO NA ÁREA DE TÉCNICAS DE SALVAMENTO E DESENCARCERAMENTO
No dia 19 de Março de 2011, teve lugar no Quartel dos Bombeiros Voluntários de Santana a última sessão da formação (recertificação) de desencarceramento, na qual participaram duas equipas.
Nesta sessão marcou presença um formador da SEMER e o formador na área de desencarceramento, foi um elemento da nossa casa, Osvaldo Perestrelo, bombeiro nº 92/3ªclasse.
Deste modo, fica aqui algumas fotos dessa sessão:
O Comando aproveita para agradecer aos formadores e aos formandos envolvidos, pelo empenho que tiveram nestas sessões.
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